Um blog para todos e ninguém, muito além do bem e do mal. Pode conter falhas, mas isso é tão humano. Demasiado humano. Caso eu digite errado, ofenda alguém ou mude de idéia posteriormente sobre algum assunto, já tenho minha desculpa: Assim falhou Zaratustra


























 
Arquivo (quase) morto.
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Todos os textos aqui presentes cujo autor não é citado são de minha autoria. Assim Falhou Zaratustra é alter-ego e pseudônimo de um pseudo-jornalista anônimo. Quase isso. Todos os direitos reservados, inclusive o direito de ir e vir. É proibida a reprodução total ou parcial deste Blog sem a citação do mesmo e do nome do autor. Um blog de Gérson Dalla Corte.

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Assim Falhou Zaratustra
 
Domingo, Julho 31, 2005  

...increíble...


17:31 Falhe conosco:

Sábado, Julho 09, 2005  
Exorto as dificuldades dessa cavidade em que vivo a ampliarem seu espectro. A cavidade é morada, é abrigo. Inconteste. Indeterminada. Interminável. A cavidade, porém, desestimula as dificuldades, as acua.

Detestável elogio é. Quem ama, emagrece. Outro trem há de vir após a perda da malícia dos escravos que escrevem cravos e crivam outrem de perguntas.

Amanhã vamos de carro ou trem?

Sabe-se lá o que diremos se um dia questionados formos. Sabe lá.

Aonde?

Lá.

15:32 Falhe conosco:

Domingo, Julho 03, 2005  
Thy black glance into my eyes
Inquire my desire in a different,
yet attractive way
The way of the ancient beauty
that women glowed o'er men

That gently whisper of wind
like a storm of tenderness
within her soul
touch me as if it was a touch of despair
nevertheless her face may look
as serene as the moon
reflected in a silent lake

She may vanish someday
(and some days she really does it)
She may cry, may question, may laugh
She may see the world differently
But I know that black glance
is not in vain

She may be, among all,
the final test
of what humankind
usually call

Love

16:54 Falhe conosco:

 
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